26 Novembro 2007

O negro homérico


A mulher reflete um céu poético abissal

Dicionarizado longinquamente em formas puras.

O oco uterino reflete esta essência constitutiva.

Os mênstruos sempre indicam atavismos.

Mancham o tecido como sinal ardente.

O feminino chegando aos templos da razão

Resultará em nautas de saias que não buscam

O celestial porque já o tem dentro de si.

O segredo é interno.

O negro se tornará homericamente cego.

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