Ó Nina.
Ninar você
À beira
Do maio.
O negro
É natural
De
Teus
Arcos.
Ó Nina,
És
O
Marulhar
Pequeno
Sobre
O fogo.
Ê Nina,
O sereno
Homem
É
Retirado
De
Tua
Úmida
Barriga.
16 Outubro 2007
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Espero que ames o abacate: poesias pessoais minuzzianas que me espantam a morte.