
O chapéu amarelo
Em mim entrava
Como um cais de porto.
Eu era vestido
E plumas
Naquele céu.
Quanto sabedoria
E pertencimento.
Quanto Deus nos acuda.
Eu havia, sim,
Recebido a graça
Do chapéu.
Sobre ele,
E em mim,
Girava o céu.
Adorava tê-lo.
Era uma
Experiência,
Era uma
Grande
Eclosão musical.
Eu me
Findava
Em pô-lo.
Em pô-lo.
Sob o
Que
Eu era antes
Esse era o braço.
Agora recebo
Com divina glória
O chapéu.
Aconteça
O que estiver
Acontecendo,
O chapéu
É nosso lume.
Nos orienta.

2 comentários:
Sem sombra de dúvidas: esse poema é fantástico!
:)
gostei muito desse!Aliás, gostei daqui!
até
flávia
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