
O maio é o mês da nupcialidade, que no Brasil torna-se uma nupcialidade violenta, mas brejeira. O branco curra índias e negras, cativo desta sensualidade. O Brasil é o poema resultante desta situação. O que busco esteticamente é adoçar os sobrados. As donzelas ficarão negras e assim prenderão seus maridos em casa. Eu orno, ao mesmo tempo, a nossa boca do lixo.

1 comentários:
E... Salve fevereiro!
Bjo
:)
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