
É bom tudo isso que se vê na internet. Mas como mensurar? Prevejo uma onda reprodutiva muito grande. Não se deve ter medo.
Fica evidente que o mundo se transfere para a rede. O que deve orientar nossas perguntas refere-se ao medo, como o medo de que se exploda uma bomba. Não haverá mais conhecimento, mas apenas vontade de reprodução, explosão do ser, desde o ser mais banal, até o mais sofisticado. Oportunidade de existir.
Talvez seja este mesmo o grande aporte da rede. Vejo meninas se desorientando, pelo desapego. Uma nova prostituição, onde, o que se vende, é a imagem. O que a loja virtual oferece é uma caça homérica a um novo bastante pleno. Estaremos todos com estas crianças. Novas homenagens ao navegador humano.
O que é humano, é novo. O que é nosso, é uma bênção. América que se deslinda, online, e antiga, como uma aspiração Inca.
Na ilustração, uma múmia Inca

2 comentários:
na rede
nem tudo se vende
poesia se espalha
de graça
rende
Estamos aqui organizando um trabalho teatro-poesia sobre a América; precisa conhecer os "RESIDENTES DO BRASIL"... Depois te conto - rss
Bjo e saudades.
:)
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