
A luz do abacate. São tantas as imperfeições. Acho que, quando desisti de escrever, passei a ouvir mais Deus, essa luz, tão forte. De fato, não há nada mais que nos faça calar. Somos tão bobos, e papagaios, querendo beijos, e afagos. Quando encontrei a poesia? Numa concha, escura, pérfida, marulhante, musical. O poeta se afasta. Quem é ele? Ou melhor, quem o domina? Um santo, só pode ser... um santo.
Oficina sobre "Mito, Comunicação e Rock'n'Roll". Sexta-feira, 14, às 19h, na Faculdade Araguaia. É tão bom estar no espaço público. O que esperar de um evento desses? Essa noite sonhei com coisas atravessadas, que amassavam, rasgavam e jogavam fora os sonhos dos meninos. Quero brincar com a moçada. Acho que a educação começa por aí. Mas vejam, agora já sou um homem sério, tenho uma nação como filhos, e a capoeira. Vou querer mostrar, nesta oficina, que o jogo brasileiro não é pior que o americano. Nem vice-versa. Quem viver, haverá, de saber.

1 comentários:
A nossa guerra é santa meu amor. A tua poesia é mais. È divina. Obrigada.
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