
A cega gira em árvores antigas.
O divino gozo homérico,
A parteira altiva.
O negro homem branco.
O cérebro másculo
Recebe o olhar guerreiro da deusa.
O corte profundo e nupcial.
A lentidão do gesto olímpico.
Olhos esquerdos atentos.
O seio ardente, o furor.
O cocar caboclo.
Enigma em barriga de
Menino arteiro.
O ponto do poeta era o pinto.
A era triste acabou.
O moço noivo retira a cruz
De sua espada.
O alimento ama o mênstruo,
O céu anterior ao mito.
O abacate abre-se enquanto livro.
O divino gozo homérico,
A parteira altiva.
O negro homem branco.
O cérebro másculo
Recebe o olhar guerreiro da deusa.
O corte profundo e nupcial.
A lentidão do gesto olímpico.
Olhos esquerdos atentos.
O seio ardente, o furor.
O cocar caboclo.
Enigma em barriga de
Menino arteiro.
O ponto do poeta era o pinto.
A era triste acabou.
O moço noivo retira a cruz
De sua espada.
O alimento ama o mênstruo,
O céu anterior ao mito.
O abacate abre-se enquanto livro.

1 comentários:
Circular, rodopiante e colorido.
Bjo
:)
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