"A lata humaniza. Bater, hoje em dia, já não é mais ir embora, para se fazer a guerra, mas recolher-se aos quintais do paraíso da mulher, que já não é serpente, mas ninho de aves sensíveis e educadas, filosóficas - local de um modo afetivo de dominar o mundo."
Este dominar feminino do mundo é que me intriga. Como homem, confesso: não é simples entregar o poder às mulheres. No entanto, resta entender. Nos falta justamente, para tanto, uma filosofia do bater da lata, anterior ao verbo. Algo homérico e animalesco, ao mesmo tempo. Um pedido de passagem.

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